Cada escritor desenvolve um tipo de narrativa, mas como sou leitora compulsiva, posso dizer sem medo de errar quando uma prosa é "estritamente" feminina. Esse é o caso de Natalia Ginziburg, escritora italiana. Sua prosa é enxuta, rica em descrições precisas, cruéis, muitas vezes.
Adoro as frases iniciais:"Disse-lhe: - Diga-me a verdade - e ele disse: - Que verdade? - E desenhava rapidamente algo no seu livrinho de apontamentos e me mostrou o que era: um trem comprido com uma densa nuvem de fumaça preta e ele, que se debruçava na janela e acenava com o lenço.
Atirei em seus olhos."
Já sabemos o que vai ocorrer, não temos um mistério na trama. Este parágrafo contém toda a história: o "amor" dependente da personagem principal, o silêncio irônico do marido, o fim do casamento, o assassinato. No entanto, não conseguimos largar o livro até descobrirmos porque essa mulher, simples, ingênua, delicada e comovente assassina esse homem misterioso, indecifrável. Existe vida fora do relacionamento conjugal? Não para a personagem. Nossa anti-heroína sofre com a diferença entre o imaginado, o idealizado e a realidade. Ela esperava encontrar no casamento uma tranquilidade e felicidade imaginada, e por isso se dedica obssessivamente ao marido, e dispensa todos os outros aspectos da vida. A história trata da impossibilidade de se aceitar que a pessoa amada ame outro. A impossibilidade de aceitar o fim.
Recomendo, e melhor, pode ser lido durante uma tarde. Contém apenas 110 páginas.
GINZBURG, Natalia. Foi assim. São Paulo, Berlendis & Vertecchia Editores, 2001.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Foi Assim, por Natalia Ginzburg
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domingo, 21 de junho de 2009
Pelo direito da Alegria

À luz do que minha querida San disse:
Pelo direito a protestar com alegria.
Porque temos que andar de luto,
gritar palavras de ordem,
nos encaixar nos "figurino" do protestos,
intimidar as pessoas com
panelaços,
"marchas"
e apenas ao som do eco de nossas vozes?
Escolta da policia?
Pelo direito de andar "montado"!
Mostrar nossa alegria!
Mostrar com nossa alegria que apesar dos pesares
somos alegres.
Ao invés de preto,
muitas cores
porque somos diversos.
Ao invés de gritos,
músicas, humor e e amor, SIM!
E amor demonstrado com beijos.
Espantem-se! Nós trocamos carícias, temos desejos.
Me diga, qual outra forma a Parada teria sobrevivido tanto tempo? Ou teria ganho novo folego? Passamos da fase da "guerra" a muito tempo. Estamos na fase da conquista. Eles já entenderam que nós existimos,que estamos ai! Agora precisamos "seduzir" pra sermos aceitos. Como? Mostrando que somos alegres, mesmo que joguem bombas em nós. Mostrando que temos alegria e orgulho de sermos o que somos.
Seriedade? Quer maior seriedade do que ser Feliz?
A felicidade é o caminho e não o fim.Então, caminhe com felicidade.
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Hoje estou PARADA
Meio que bloqueada.
Estou vendo muitas pessoas falando que a Parada deveria ser diferente, que é muito Nus, muitos Travestis, muita pegação.
Sei lá isto não esta entrando bem em mim.
Me sugere que nos somos culpados pelas agressões, pois somos mundanos, permissivos, promíscuos .
Ou Pior me diz que temos que Mudar , sermos um bando de Criaturas vestidas corretamente , com Placas , escritas palavras de ordem , mas sem nenhuma palavra obscena, gritando Moderadamente que queremos direitos!!!!
Mas somos alegres, já a nomenclatura Gay vem exatamente de nossa alegria.
E olha que não temos tantos motivos assim pra sermos alegres.
Enfrentamos a difícil aceitação própria , depois a Saída do armário, depois o conflito e o medo de ser rejeitado pelos seus.
A Questão não é limitar a Alegria, mas sim conquistar o respeito, o direito de não sermos molestado.
Se pra ter respeito eu preciso andar sem brilho, estarei usando ai sim uma fantasia, pra poder ser respeitado.
Independente de Gay, Mulheres, Negros , Minorias, O respeito ao ser humano deve vir em primeiro Lugar.
Direitos e Civilidade!
A Verdade não pode ser absoluta seja ela das religiões, dos partidos políticos, das gangues ou das milícias.
Alguns estão usando a Palavra Vergonha parar citar a Parada.
Não acredito em Falsos pudores, mas também não acho que é preciso mostrar seus órgãos genitais em praça publica , em ruas onde milhares de pessoas, crianças estão nos vendo passar.
Acredito na seriedade de quem organiza a parada, nos membros de diversos grupos que se mobilizam pra transformar ela alem de apelo para nossos interesses em um espetáculo agradável de se ver.
Afinal somos Alegres temos nossa forma de protesto, nossos jeito de reivindicar.
Da mesma forma que devem ser presos os atacantes , também devem ser contidos estes que ao se esporem não respeitam a seriedade do trabalho realizado por outros , deixando que sejamos generalizados como um bando de promíscuos .
Mas nada da o direito de alguém agredir uma pessoa até a Morte , ou jogar uma bomba causando danos físicos a dezenas de pessoas.
Já enfrentamos torturas demais , pra termos que nos fantasiarmos de pessoas serias e nos engravatar pra poder sair em uma parada de reivindicação .
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
Cidadania

“A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.
Dalmo Dallari,1998.
(DALLARI, Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 1998. p.14)
Diante disto, acredito que seja expressão da necessidade dos marginalizados, a reivindicação por tais direitos. Querem ser cidadãos de direito e não apenas de deveres.A condição de marginal, de excluídos, de inferiorizado, de destratado no grupo social coloca este individuo- ou grupo de indivíduos- na posição de luta pela igualdade legal.
Neste sentido grupos que se sente alijados de certos direitos, que nem a lei nem a moral os contemplam,tem a oportunidade, esta sim ,garantida por lei, de reivindicar a condição de igualdade.
Todos os anos um grupo de indivíduos cuja característica comum é ser discriminado por pertencer a comunidade LGBTs, se organiza e vai as ruas reivindicar cidadania.Tanto a reivindicação quando a organização do movimento são diretos garantidos por lei.
Mas fora da lei foram aqueles que tentaram ferir esses nossos direitos( um dos poucos que nos resta), fora da lei foram aqueles que assassinaram um jovem que estava na Parada gay de são paulo de 2009. Participando ou não...pouco importa. Ele foi morto. O mesmo ódio que matou o rapaz, talvez um ódio não direcionado especificamente a ele, mas ao grupo que estava lá reivindicando cidadania, também jogou uma bomba ferindo mais 40 pessoas.
Agora porque fazer isso? Quem fez isso, já tem todos os direitos que não temos. Não estamos roubando direito de ninguém. Queremos apenas os mesmíssimos direitos que eles.Mas ao contrário deles, não vamos jogar bomba em ninguém quando isso acontecer.
Vocês não querem direitos, querem regalias. Nós queremos cidadania.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Dante no elevador??
Esse vídeo é demais. Eu já tenho pavor de elevador, imagina pegar um em Nova Iorque com essa instalação dentro.
Civilization by Marco Brambilla from CRUSH on Vimeo.
Medo.
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Mia Kirshner

Biografia
Mia Kirshner nasceu em 25 de janeiro de 1975/1976 (ano não confirmado) filha de Sheldon, um jornalista e Ettie, uma professora. Ela nasceu em Toronto, Ontário, Canadá e cresceu (como ela mesma se descreve) como uma moleca que gostava de golf. Ela se formou na Universidade McGill, em Montreal, Canadá, durante 1996-1997 estudando Literatura Russa e indústria do cinema no século 20.
Mia começou atuando precocemente já em sua adolescência. Começou atuando nas telas em shows de TV como em: Guerra dos Mundos, Minha identidade secreta( My Secret Identity) e “Road to Avonlea”. 
Em 1990 ela interpretou o papel de Sophie Metternich em um curta para televisão sobre Dracula: The Series. Era a história de duas crianças e seu tio caça-vampiros, que vão contra Drácula, que renasceu nos dias de hoje no corpo de um moderno empresário.
Ela estreou seu primeiro papel no cinema aos 17 anos no filme "Amor e restos humanos”. Mia esteve maravilhosa no papel de Benita, uma jovem vidente dominadora. Isso causou um choque para a imprensa que considerou um papel arriscado para alguém em tão tenra idade. O papel lhe rendeu frutos positivos e Mia chamou a atenção para si de tal forma que foi nomeada para um Prêmio Award por "Melhor Performance de uma Atriz em um papel de apoio", em 1994.
O seu próximo grande avanço em filmes independentes veio em 1994 com o aclamado Exotica, em que ela retratou Christina, uma dançarina exótica perseguida por seu ex-namorado. Roger Ebert (Crítico de cinema) colocou o filme em sua lista como um dos 10 melhores filmes de 1994 e deu a seguinte declaração sobre a atriz:
"Mia Kirshner é uma atriz nova que para mim, combina bondade com um fascínio sexual que faz dela ainda mais atraente." 
No ano de 2006, ela estrelou com outras jovens atrizes como Elizabeth "Betty" em Curtas de Brian DePalma em representações como do filme The Black Dahlia juntamente com Josh Hartnett, Aaron Eckhart e Hilary Swank. O filme em si não recebeu muitas críticas, mas trouxe pra Mia palavras amáveis de alguns críticos da época:
"É proeminente que Mia Kirshner é uma das atrizes favoritas para a próxima década. Ela expressa perfeitamente a procura desesperada e solitária de muitas atrizes por sua grande oportunidade. Tudo de suas cenas em flashback que foram filmadas em um luxuoso preto e branco só contribuiu para o aumento do turbilhão emocional que ela retrata. Este material é digno de um Oscar, e ela deve estar na lista dos críticos no próximo mês de Fevereiro, quando as nomeações para o prêmio The Best Supporting Actress forem anunciadas. "- IndependentCritics.com
"A verdadeira promessa no elenco, porém, é Mia Kirshner, que mostra um assombroso desempenho em uma produção curta. – The Badger Herald
Mesmo ela sendo vista apenas em quatro cenas principais, o desempenho da Kirshner é tão espantoso que ela deveria ganhar uma nomeação para um Oscar ... "- O Texugo Herald 
O trabalho mais importante de todo o seu conjunto é o que realizou como escritora no livro “I Live Here” (Eu vivo aqui). Mia aplicou tudo o que ganhou na série The L Word para viajar e pesquisar nos últimos 7 anos trabalhando e escrevendo com escritores e artistas renomados como Joe Sacco, Ann-Marie MacDonald, Phoebe Gloeckner, Chris Abani, JB MacKinnon, além dos designers Paulo Shoebridge e Michael Simons. O livro está agora disponível para compra através dos principais pontos de venda americanos. Este projeto é muito querido para Mia e contém histórias sobre as mulheres e crianças deslocadas de locais como Chechénia, Cuidad Juárez, México, Malawi, África e da fronteira Tailândia-Birmânia. Além de fotos tiradas por Mia e seus co-criadores. O livro inclui a escrita, esboços, e auto-retratos de algumas das mulheres e das crianças que passaram algum tempo com ela, bem como trabalhos artísticos originais pela comic / graphic novel artists Joe Sacco e Phoebe Gloeckner. Segundo Mia, todos os lucros com o livro serão doados para a Amnistia Internacional.
Ficha Técnica
Nome: Mia Kirshner
Nascimento: 25 de janeiro de 1975/1976 (ano não confirmado)
Lugar: Toronto, Canadá
Família: ETTI (mãe) professora e Sheldon (pai) jornalista.
Cabelo: castanho escuro
Olhos: Azuis acinzentados
Altura: 1,63 cm
Mia trabalhou em alguns grandes papéis fazendo parceria com Vincent Perez: em 1996 no filme The Crow: City of Angels,
No filme Anna Karenina 1997 com Sophie Marceau e Sean Bean.. 
Em 1997 ainda no filme Mad City com Dustin Hoffman e John Travolta. 
Depois disso, ela teve uma pequena pausa no trabalho por dois anos e regressou em 1999 com:
Speed of Life
e Out of the Cold
Em 2000 Dark Summer e Cowboys and Angels

Em 2001, Mia teve uma grande oportunidade e, mais uma vez, chocou os críticos no seu papel no filme Not Another Teen Movie como Catherine Wyler (paródia de não é mais um besteirol americano) quando ela partilhou um beijo íntimo com o ator muito mais velho Beverly Polcyn. O beijo lhe rendeu uma nomeação para o prêmio "Melhor Beijo" categoria no MTV Movie Awards em 2002.
Em 2002 participou do filme independente o novo melhor amigo(New Best Friend).
Fez um papel de protagonista na série de TV Wolf Lake (que teve vida curta, com poucos episódios)
Depois participou como convidada na série de televisão 24 horas, interpretando Mandy (uma assassina).
Em 2004 ela assumiu o papel de Jenny Schecter no drama lésbico, The L Word.

Em 2008 ela estrela Miss Conception com Heather Graham
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Katherine Moennig


Katherine Moennig desempenhou o papel de "Shane McCutcheon" na série The L Word. Seu personagem se destacou por ser uma mulher andrógina, cabeleireira e que atraía a atenção de “quase todas as meninas o tempo todo" e que não se deixava prender a ninguém, no entanto, sua personagem era a mais fiel das amigas.
Kate nasceu em 29 de dezembro de 1977, na Filadélfia (Pensilvânia). Filha de uma mãe ex-dançarina da Broadway e um pai luthier, especializado na fabricação de violinos. Desde os dez anos de idade, Kate já trabalhava como atriz, mas foi com 18 anos que mudou-se para Nova York para estudar representação. Ela se formou na American Academy of Dramatic Arts e logo depois obteve um papel numa peça de Shakespeare (As You Like It). Então, fez parte do clipe "Is Anybody Home", da banda Our Lady Peace.
http://www.youtube.com/watch?v=J8HcIu1z2OE
Em seguida, Kate estreou na TV na série chamada Young Americans (2000), como uma menina que se vestia de menino, chamada Jacqueline "Jake" Pratt.
Logo após fez participação em Law & Order (2001), Law & Order: Special Victims Unit (2003) e CSI Miami (2008).
Seu sonho sempre foi construir e modelar sua própria carreira, ter um caminho próprio. Moennig sempre teve uma paixão por atuar e sentiu-se realizada no palco, quando interpretou junto com sua prima, a atriz Gwyneth Paltrow.
Katherine Moennig recentemente tem aparecido nos longas metragens "O Shipping News", "Love The Hard Way" e "Convite para um suicídio". Seus créditos televisivos incluem a curta série “Casais americanos”, participações especiais na série Law & Order e Law & Order: SVU (vítimas especiais), e participar do projeto vídeo de música "Tem alguém em casa?", para a banda canadense Nossa Senhora da Paz, além é claro da série The L Word, que a destacou e foi realizada pela Showtime (2004 - 2008), no papel da lésbica Shane McCutcheon.
No Teatro, ela atuou em "Como quiser", "Comédia de Arte", "A Teoria da Culpa Total" e "Manhã na Cidade", no Williamstown Theatre Festival.
Trabalhos
Three Rivers (2009) como a colega autodestrutiva de um transplantado cardíaco e pulmonar.
Remorse (2009) (em produção) como Jamie.
Everybody's Fine (2009) como Jilly. 
Art School Confidential (2006) como Candace.
Invitation to a Suicide (2003) “Convite para um suicídio” como Eva.

The L Word (2004) TV Series como Shane McCutcheon. 
Shipping News, The (2001) como Grace Moosup. 
Love the Hard Way (2001)como Debbie.
Slo-Mo (2001) como Raven.
Ice People (2000)
Young Americans (2000) TV Series (Jovens americanos) como Jacqueline 'Jake' Pratt.
Participações especiais:
"Law & Order: Special Victims Unit" como Cheryl Avery (1 episode, 2003).
"Law & Order" como Melissa Cobin (1 episode, 2001).
Our Lady Peace - Is anybody home (1999).
Commercials
Fleet Bank (2002).
17th Annual GLAAD Media Awards (2006) (TV) .... Apresentadora.
"Queer Edge with Jack E. Jett & Sandra Bernhard" como ela mesma (1 episode, 2006).
- Episode #3.10 (2006).
The Culture Project, New York
Guardians ... como uma garota Americana (April 2006).
Williamstown Theatre Festival:
As you like it como Charles' Retinue.
Comedy of Art como Isabella.
The theory of Total Blame como Irene.
Morning in the City
Broken Chair Theatre Company:
Nolan como Karen.
Love Letters como Melissa.
Tradução: Mariene
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sábado, 6 de junho de 2009
O efeito Urano, por Fernanda Young

Um tópico da comunidade sobre celebridades lésbicas me inspirou a escrever sobre esse livro em particular.Esse é o quinto livro de Young, que é por si só um enigma irritante, mas ninguém pode negar sua escrita e sua prosa, estritamente feminina e precisa, quase no ponto.
Li esse livro num golpe, numa sentada, para ser mais exata. E adorei. Isso foi antes de saber quem era Miss Young. A história é simples: uma dona-de-casa perfeita, bem casada, inteligente, rica, bonita e entediada se apaixona perdidamente por uma maluca excêntrica e bipolar. Está formado um triângulo amoroso com um clichê mais velho do que andar pra frente: ela escolherá o amor louco, desconhecido, extasiante, ou o conforto do conhecido marido previsível? Adoro as divagações da personagem principal, parece muito plausível, possível, tudo o que ela sente. Gosto muito da prosa de Miss Young, e suas cenas de sexo, em particular uma onde a personagem principal aprende a fazer um oral com maestria.
Leitura para quem gosta de prosa feminina, divagações, sacanagem e pouco romance. Não esperem doçura, e preparem-se para uma prosa prolixa, uma profusão de palavras tão disparatadamente femininas que, ou assusta, ou seduz.
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domingo, 31 de maio de 2009
Small G, por Patrícia Highsmith
Faz muito tempo que não recomendo leitura alguma. Resolvi compartilhar uma "impressão de leitura" que elaborei quando li esse livro em 2006.
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sábado, 30 de maio de 2009
Leisha Hailey

Leisha nasceu em Okinawa, Japão em 11 de Julho de 1971 e cresceu em Bellevue, Nebraska e frequentou a escola Bellevue West High. Saiu de casa quando adolescente, já como lésbica assumida e sem aceitação de sua família, se mudou para Nova York, onde se formou na Academia Americana de Artes Dramáticas em 1991. É atriz, musicista e produtora.
Formou a dupla de rock “The Murmurs” (alterado para “Gush” em 2001) com a sua colega de academia Heather Grody e nesse período também realizou shows em Williamsburg, Brooklyn, e East Village. Durante os anos de 1990 a banda se mudou para Los Angeles, lançando vários álbuns e fazendo algumas turnês com Lilith Fair. O maior álbum “Blender” incluiu uma colaboração de Charlotte Caffey e Jane Wiedlin do The Go-Gos, além disso, algumas das canções foram produzidas por K.D. Lang com quem Leisha namorou por vários anos (desde 2006)
Com K.D. Lang![]()
Atualmente ela está namorando Nina Garduno.

A banda " Gush " se dissolveu quando Leisha começou a trabalhar em The L Word. Em 2007, Leisha e Camila Grey formaram juntas a banda Uh Huh Her, na qual Leisha atua como vocalista e guitarrista.

Como atriz, ela teve poucas participações até 1997, onde participou de uma cena como Ellen que estrelou em Ellen DeGeneres.
Ela também apareceu em 1997 no filme All Over Me (Em cima de mim), e teve um papel recorrente na televisão em comerciais para Yoplait como uma mulher fanática por yogurtes. Ela fez a sua estréia e se lançou na fama, na série de televisão Showtime's The L Word.
Atualmente Leisha se dedica também a Marfa Records, onde ela está dando oportunidade a muitos músicos de serem ouvidos. A produtora foi fundada em 2005, e tem como missão descobrir talentos teens, sendo que a primeira artista a ser descoberta foi Amy Cook.
Leisha também tem produzido alguns documentários, como Raising Teens,
“Eu co-produzo com Sam Lara Spotts o documentário sobre o chamado 'gayby boom' [filhos de pais gays] que é um tema bastante novo. Então, fui me encontrar com adolescentes que eram produtos de casamentos homossexuais e que tinham vivido isso em suas vidas inteiras. Queríamos falar com os jovens e descobrir o que em sua experiência foi similar. Encontramos três fabulosos adolescentes que nos contaram sobre as suas vidas e como tudo o que viveram contribuiu para o que são hoje”.
Seus hobbies são: correr, andar de moto, pintar e assistir filmes.
Trabalhos Cinema :
The Snowflake Crusade (2002) como Marigold

Size 'Em Up (2001) Curta 15’ participou como Clea Shapiro
Sleeping Beauties (1999) Curta 13’ participou como Sno Blo Band
Some Girl (1998) como Os murmúrios
All Over Me (1997) como asLucy
Trabalhos Musicais :
Common Reaction
2008
1. Not A Love Song
2. Explode
3. Wait Another Day
4. Common Reaction
5. Say So
6. Covered
7. Everyone
8. Away From Here
9. So Long
10. Dance With Me
11. Dreamer
Download
I See Red EP
2007
1. Say So (Thom Russo Mix)
2. Explode
3. Run
4. I See Red
5. Say So
6. Mystery Lights (Bonus Track)
Gush
2001
1. Do It Again
2. Find Me Out
3. Get Mine
4. Half As Good
5. In The Dark
6. On My Feet
7. Score
8. This Disaster
The Murmurs (1993-2000)
Blender1998
Label: MCA Records
1. La Di Da
2. I'm A Mess
3. Big Talker
4. Misfit
5. Smash
6. Genius
7. Don't Lie
8. Underdog
9. Sucker Upper
10. Country Song
11. About Nothin'

Pristine Smut1997
Label: MCA Records
1. Big Talker
2. I'm A Mess
3. Toy
4. Underdog
5. About Nothin'
6. Genius
7. Squeeze Box Days
8. Don't Lie
9. Sucker Upper
10. The Country Song
11. Sleepless Commotion
White Rabbit Single1995
Label: MCA Records
1. White Rabbit
2. Carry Me Home (Chex Mix)
3. Shadow (La Quinta Mix)
4. Venom Of Violence
5. White Rabbit (Live)
Murmurs Self-titled Album1994
Label: MCA Records
1. Bad Mood
2. Basically
3. Wastin' Time
4. Mission
5. Carry Me Home
6. Untouchable
7. You Suck
8. Neverending
9. Ticket To Zen
10. Bumble Bees
11. All I Need To Know
12. Beautiful Peace
Who Are We (Independant Release)1994
Label: Arcadia Records
1. City Lights
2. Wastin' Time
3. Torch
4. Neverending
5. Echoeing
6. Untouchable
7. Venom Of Violence
8. Game Player
9. Lonely Man's Shoes
10. Doesn't Mean Anything
11. Nucleus
12. Mother And Son
13. Can't Hide
14. Make Love Not War
15. No Longer Stranger
16. Mountain
Trabalhos para TV
The L Word (2004 -2009) como Alice Pieszecki
Grey's Anatomy (2006) como Claire Solomon
CSI: Crime Scene Investigation (2006) como Allison Ludford
Boy Meets World (1996) TV Series como Corinna
Tradução: Mariene
Breve as fotos destes trabalhos
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