
Recebi Uma Biografia Traduzida de Nossa Musa TLW, então pensei porque não unir em um post unico tudo: os cartazes de seus filmes ( vai que passando por um sebo tu não avista um deles?)e alguns links para videos dos filmes... Ou seja acabou virando um tributo rsrsrsrssss
A Biografia Foi Traduzida e enviada pela Mariene Santos.(Coral de Obrigados)
Sue Jennifer Beals nasceu em Dezembro de 1963 em Chicago, e cresceu na cidade de Illinois. Ela é a filha de Jeanne, uma professora do ensino fundamental, e Alfred Beals, que era proprietário de uma mercearia. 
Seu pai era Africano-Americano e sua mãe era irlandês americano. Ela tem dois irmãos, Gregório, cinco anos mais velho que ela e que depois tornou-se um fotógrafo de alto nível da Newsweek, e um ano após o seu nascimento veio um segundo irmão, Bobby. Seu pai morreu quando ela tinha nove anos de idade e sua mãe voltar a casar com Edward Cohen. Eles moravam em um bairro predominantemente Afro- Americano, na zona sul, perto da Rua 82. em Indiana, e muitas vezes Beals sofreu preconceito por causa da luz de sua pele, que era bem diferente das negras do bairro.
Posteriormente Jeanne Beals (mãe) mudou-se com a família para o lado norte da cidade, num outro bairro conhecido como racialmente integrado Mais perto do Centro. Como uma professora, ela sabia que das deficiências do sistema escolar público em Chicago e obteve bolsas de estudo para Jennifer para o privado Francis W. Parker School onde ela era dedicada e considerada aluna excelente.
Sua carreira profissional começou quando ela tinha 16 anos, começou a ser modelo a local e fazer anúncios impressos após verificar que ela poderia "fazer muito mais dinheiro para a faculdade do que como baby-sitting e de trabalho no Baskin-Robbins (garçonete),". Eventualmente, ela trabalhou com o famoso fotógrafo Victor Skrebneski Chicago, e durante seu último ano do ensino médio fez fotos para os modelos de verão da stints em Nova Iorque e Paris.
Em 1980, ela teve seu primeiro papel como atriz. Embora ela não tenha recebido muito crédito, tinha um pequeno papel em O meu guarda-costas. Apesar deste trabalho inicial, Beals' permaneceu empenhada em obter uma educação universitária. Ela tinha como foco apenas uma faculdade, Yale University,
e não disse isso para a sua mãe até que foi aceita. Ela também estudou interpretação na DePaul University's School of Drama Goodman e no Workshop Profissional em Nova York.
Quando tinha 17 anos, e antes dela começar seu primeiro ano em Yale, ela estava viajando na Europa quando seu agente a chamou para Nova Iorque para uma audição em que os cineastas estavam procurando uma "mulher do tipo do filme Embalos de Sábado à noite,". Jennifer reservou o primeiro vôo de volta para os Estados Unidos e, apesar da presença de milhares de outras jovens atrizes ansiosas, de alguma forma conseguiu se destacar da multidão para impressionar os produtores Don Simpson e Jerry Bruckheimer. Como ela estava decidida a ficar em Yale, voltou pra lá depois do teste. Mas, em poucos dias um convite chegou notificando que ela havia ganhado o papel. Sua carreira acadêmica foi colocada em suspenso temporariamente durante o tempo necessário para a filmagem.
• a década de oitenta : o sucesso de Flashdance.
Beals interpretou uma garota, Alex Owens, que trabalhava como soldadora em uma fábrica em Pittsburgh, Pensilvânia,durante o dia, e dançava em um bar à noite. Flashdance inesperadamente se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria na Primavera de 1983 nos Estados Unidos, sua arrecadação foi esmagadora e extrapolou
$ 150 milhões em 1985. Beals deu um salto para a fama instantaneamente e tornou-se uma estrela e a celebridade do ano. 
Muitas controvérsias surgiram logo após o lançamento do filme, porque Beals revelou que ela não havia realizados todas as cenas de dança em Flashdance. Em vez dela, a dancarina Marine Jahan, uma bailarina francesa, que foi utilizada em várias cenas com sua dublê.
Os fãs ficaram revoltados e decepcionados, mas o filme feito para a Paramount rendeu muito dinheiro e isso era tudo que importava.
Ela disse ao South China Morning Post, em 2003, "Eu fiz isto porque eu amava a natureza e a história do filme. Nunca pensei que eu iria me tornar famosa. A cultura é diferente agora. As pessoas são tão dedicados à fama. Eu nunca olhei muito para as revistas show business quando eu era uma menina. "
Nesta época, ela assinou um acordo para promover as roupas dos estilistas Marithe e François Girbaud. Os modelos eram baseados na linha do figurino do filme e o gasto em sua promoção foi semelhante ao que foi gasto em Flashdance. O filme mostrou anúncios de Jennifer com um moletom rasgado esticado sobre um luminoso ombro nu, e foi uma imagem suficiente para lançar uma revolução na moda, ela assinou um estilo: o “ moletom-off-the-ombro” .
Ela foi nomeada para um Golden Globe e do filme recebeu um Oscar de Melhor Canção.
JB e sua Mãe
Após Flashdance, Beals voltou à Yale para completar seus estudos. Embora ela tenha recusado a fazer o papel no seguimento de Flashdance (Flashdance II, que nunca foi feito), ela continuou a trabalhar como modelo e fazendo filmes .
Ela apareceu como Cinderela em um episódio de Showtime do Teatro dos Contos de Fadas.
Em 1985, ela foi para a Europa para aparecer em um remake de A Noiva de Frankenstein história no qual ela contracenava com o pop star britânico Sting. Infelizmente, o filme teve pouca repercussão na bilheteria. Além disso, Jennifer Beals ficou marcada como atriz difícil de trabalhar pois durante a filmagem, Beals desenvolveu uma reputação de atriz difícil de se lidar.
Ela continuou interpretando seriamente, e lhe foi dado pelo diretor tempo e espaço necessários para entrar em seu personagem.
Roddam Franco, diretor de A Noiva, defendeu o jovem atriz contra estas acusações naquele momento. "Ela própria considera muito inteligente", afirmou ele após as críticas. "Eu encarreguei os chefes de departamento de proporcionar para ela o máximo de silêncio e concentração. Isso poderia ser considerado estrelismo ou apenas um modus operandi".
Em 1986, ela casou com Alexandre Rockwell, um cineasta, que mais tarde trabalhou com ela.

Nesta época tambem , fez com seu marido uma participação no Filme Querido Diário, onde falando em italiano faz a si própria, conversando com um fã de Fhashdance
A atriz retornou para Yale, onde obteve um bacharelado em literatura americana em 1987. Um ano depois, ela apareceu em Vampire's Kiss com co-star Nicolas Cage
No final de 1980, Beals trabalhou principalmente na Europa, com um grande número de diretores famosos. Em 1988, ela apareceu em seu primeiro filme estrangeiro, o La Partita, dirigido por Carlo Vanzini. Um ano mais tarde, Beals teve um papel na Charbol-dirigido Docteur Claude M.
• TV e filmes OBRAS, sua carreira continuou a crescer
Seu primeiro filme com seu marido foi Sons (1989), no qual ela desempenhou um travesti.(infelizmente não achei nada sobre este filme)
O maior sucesso foi o filme Em 1992 In the Soup (a sopa). O filme foi financiado pela sua mãe e seu marido, e ganhou o Sundance Film Festival's Grand Jury Prize.


No mesmo ano, ela fez sua estréia na tv-movie Clive Donner do Terror caules de classe Reunião.
Depois, ela apareceu em Le Grande Perdão II. Beals foi recomendado pelo ex-colega David Duchovny de Yale para fazer um papel de mulher de chumbo na FOX séries sci-fi, "The X-Files" (1993-2002), mas o produtor Chris Carter decidiu lançar então a desconhecida atriz Gillian Anderson.
Le Grand Pardon II (1992)
Ela passou a fazer sua estréia em 1992 Primetime televisão sobre Aaron Spelling's de curta duração 2000 Malibu Road (CBS) e uma em 1993 no filme sobrenatural televisão Night Owl que passou na Lifetime.
Melhor oportunidade veio com 1994 da Sra. Parker e o círculo vicioso,
Em 1994, ela também realizou o filme (Four Roons)Quatro Quartos, um outro filme produzido pelo marido, assim como Quentin Tarantino. O filme foi lançado em 1995, e um ano mais tarde, Beals e Rockwell se divorciaram, assim terminaram os seus 10 anos de casamento. 

Um maior papel para o cinema veio em 1995. Ela esteve no papel como Daphne Monet, a femme fatale personagem em O Diabo, em um vestido azul, que estrelou Denzel Washington.O diretor, Carl Franklin, originalmente pretendia lançar uma desconhecida atriz no filme, que foi ambientado em 1940 em Los Angeles e baseada em uma novela de Walter Mosely, mas Beals ganhou o papel.
No mesmo período, Beals filmou um papel recorrente como Justine, o chefe da educação religiosa na série ABC Nada Sagrado, mas essas cenas nunca foram ao ar.
Um papel mais importante veio em 1997 o Showtime filme The Twilight of the Golds (Questao De Sensibilidade), baseado na peça de 1993 Jonathan Tolins. 
Como Beals' carreira continuou a crescer, especialmente na televisão, a sua vida pessoal também mudou. Ela casou com seu segundo marido, o canadense Kenneth Dixon, em 1999.
Nesse tempo, Beals enfrentou alguns desafios em relação a sua saúde. Com diagnóstico de síndrome de fadiga crônica, o vírus Epstein-Barr, e tiroidite, ela usou medicamentos alternativos, incluindo dieta saudável e grandes mudanças, para curar a si mesmo.
DESTAQUES • nova carreira, obras e TV The L Word
Beals mantém interesse por questões complexas relacionadas com a raça. Ela interpretou um filme para a televisão, A House Divided 2000. Baseado em uma história verdadeira, o filme foi fixado no Sul antes, durante e depois da Guerra Civil. 
Poucos anos mais tarde, em 2002, Beals apareceu no drama O Aniversário de Casamento como Amanda Dickinson, uma fotógrafa, que aliás é um hobby que persegue apaixonadamente a atriz na vida real. Beals tem a chance de mostrar o seu próprio olhar fotográfico - uma série de fotografias a partir dela o conjunto do filme foram posteriormente publicados em revistas internacionais.
Ela co-estrelou ao mesmo tempo na TV minissérie da Anne Rice A Festa de Todos os Santos.
Então ela tinha um papel em outro filme independente, Roger Dodger. Em 2003, ela apareceu no misterioso drama Runaway Jury, co-estrelando John Cusack.
Em 2004, Beals foi lançada na maior série televisiva de sua carreira, The L Word. da Showtime O programa foi um dos primeiros shows a focar lésbicas. Ela desempenhou Bette Porter. No ano em que o espetáculo estreou, Beals teve as atenções todas voltadas para ela e ela foi eleita uma das 50 pessoas mais bonitas.
Durante o trabalho sobre a série, teve recentemente um papel de liderança em 2006 o Grito 2 e, em um filme para Tv - Meu nome é Sarah (2007).

Um novo filme - Joueuse - vem para 2009. 
Em Lie To Me ela faz o papel de uma promotora

Pra 2010 temos o Filme The Book of Eli.Novamente com Denzel Washington, Filme que promete. Veja um Trailer da sua Produção aqui
CURIOSIDADES : Jennifer Beals é extremamente discreta sobre sua família.
JB e sua Mãe foto atual.
Bom pessoal se for continuar, tem muita coisas dela ainda pra colocar por aqui.
Vou deixar então pra outra oportunidade.
Espero que tenham gostado.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Jennifer Beals -
Postado por Anônimo 12 comentários
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domingo, 26 de abril de 2009
Aonde está sua Felicidade

Um Instante, Uma curva, Uma palavra, Um piscar, Um aceno...
Pode ser que sua vida mude por conta de um instante:
- Aquele onde moveram o papel com seu nome para o lado errado da pilha.
- Aquele onde hesitaram em confirmar sua versão.
- Aquele onde o relógio atrasado te fez perder a condução.
Uma Curva:
- Que não estava lá.
- No índice de produção.
- Que te trouxe um caminho novo.
Uma Palavra:
- Aceito, Libero, Quero,
- Entre os nãos e sins existem uma história toda a acontecer.
Um Piscar:
- E o projétil do gatilho te alcança.
- Tu dorme eternamente, ou nunca mais consegue dormir em paz.
Um Aceno
- E tu se encantas
- E tu se dispersas
- E tu sonhas horas acordado.
Existem milhares de exemplos de que isto é Real, de que isto é possível.
Nossa vida segura e nossas certezas dependem só disto.
Somos tão frágeis como qualquer feto, ovo ou esperança.
Um momento de glória pode vir de vários anos de rejeição.
A diferença esta nas lamúrias, no tempo que perdemos em arranjar desculpas para fracassos e desculpas para nosso desconhecimento.
Vivemos nos desculpando de coisas que fazemos e não contentamos a nós mesmos.
Levamos mais tempo de nossas vidas nos desculpando do que realizando ou sequer errando, pois a simples tentativa de ação requer liberdade das correntes com as quais nos cerceamos de andar.
Permanecemos neste ciclo, nesta roda segura.
Aos Loucos ou insanos , ou "diferentes" cabem o papel de nós sacudir;
Mas pra eles é fácil! Não têm nada a perder.
Nós prendemos tanto ao que temos a perder que nunca conquistamos algo alem do que nosso circulo seguro nós deixa ver.
Aonde esta sua felicidade?
http://www.youtube.com/watch?v=xRbYtxHayXo&feature=related
Veja e pense!!
Pra " M "
Postado por Anônimo 3 comentários
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Ménage à trois: devo topar?
A vida moderna vem derrubando muitos tabus e evoluindo em vários aspectos da sexualidade. Muitas fantasias sexuais estão desocupando o lugar do obscuro, do proibido e enriquecendo momentos sexuais com frases picantes, narrativas ao pé-do-ouvido e, inclusive, com propostas e convites: que tal um ménage à trois?
(...) Muitos casais vêm estreitando o relacionamento através da cumplicidade e com liberdade para expressar os próprios desejos. Sem dúvida, abrir um pouco o leque de variedades e novas formas de prazer contribui, e muito, para renovar os ares do casal e sair da tediosa rotina.
Enquanto a fantasia aparece no discurso ou nas narrativas picantes que aquecem momentos a dois, o desejo começa a alçar voo em direção à realidade e tem gente que treme nas bases ao cogitar a possibilidade do sexo a três. Nada melhor do que amadurecer a ideia para chegar à resposta. Antes de qualquer tomada de decisão, o casal deve nutrir um diálogo franco e aberto: compartilhar ideias, desejos, medos e inseguranças. Traçar os limites de cada um e estabelecer pactos de confiança: “isso eu gosto e quero; aquilo não gosto e não quero”.
Visualizar a cena, mentalmente, também ajuda a descobrir o que cada um espera vivenciar e o que poderia desagradar. As condições do ménage devem estar bem estabelecidas e devem ser respeitadas para que não haja uma quebra na confiança ou qualquer tipo de “ressaca” ou ruptura. E, antes de partir para a ação, o casal deve estar seguro se deseja e tem capacidade de viver tal experiência com a maturidade necessária. Afinal, o que se deseja é viver situações novas que somem prazer aos dois e que fortaleçam a relação. E: “Ser liberal, em minha opinião, é saber somar prazer e querer.” – resume a personagem Ana no livro Sexo sem Amarras.
Se o casal optar pelo “Sim! queremos experimentar!” chegou a hora de refletir e dialogar sobre a escolha da terceira pessoa. Sabemos que é grande o número de adeptos à prática do sexo a três, porém, é difícil encontrar alguém disponível que se enquadre no perfil do casal. Como primeiro experimento, não é aconselhável a escolha de uma pessoa próxima – física ou afetivamente. Isso pode gerar dúvidas ou inseguranças; a não ser que o casal seja amadurecido, e já viva uma relação bem distante da convencional.
Encontrar uma terceira pessoa é difícil até mesmo para aqueles que frequentam casas de swing, boates e sites de relacionamento. É preciso cuidado, pois existem perfis falsos na internet e profissionais do sexo infiltrados em boates de casais como “esposas” ou “maridos” – o que exige um certo trabalho e sagacidade na hora de fazer contatos. No entanto, há também pessoas sinceras e casais verdadeiros com o mesmo desejo de viver variedades na busca pelo prazer. O importante é ter paciência para não se precipitar com a pessoa indevida. Enquanto isso vale a pena ir alimentando a fantasia a dois e fazer da procura uma brincadeira criativa e excitante.
Há quem opte por um profissional do sexo depois de avaliar os prós e os contras. Quanto a isso, a decisão é de cada um ou de cada casal. O fato de ser um profissional caracteriza a neutralidade – sem proximidade e afetividade – e garante o sigilo – exigido pela maioria dos casais. Somado a isso é mais rápido e fácil encontrar parceiros.
Por outro lado, existe o risco de contrair doenças. Sobre isso, devo lembrar, é um problema que acontece com qualquer pessoa – profissional ou não. Sem camisinha ou outras precauções a aventura torna-se insanidade. Atenção: muitas pessoas esquecem, por exemplo, que seus dedos/unhas podem ser transmissores de doenças. Eles passeiam, ingenuamente, aqui e ali... em uma, na outra... sem preocupação. Porém, alguns cuidados com a própria saúde são necessários para garantir dias e noites de boas lembranças.
Quando o terceiro é escolhido e o casal está seguro e em sintonia, a noite promete ser boa e longa! Três pessoas numa cama significam três corpos prontos a explorar e serem explorados; três universos de fantasias e desejos sexuais; três pessoas querendo saciar a sede de novidades. Daí para frente, basta relaxar e se entregar. “Sensações duplicadas, prazer ao cubo!” – nos revela Ana.
A personagem ainda acrescenta: “O sexo é uma oportunidade mágica que todos nós temos. É uma entrega de corpos, uma troca de prazeres. Precisamos descobrir nossa potência e usá-la. Nada tem de mau, errado, sujo ou pecaminoso. A nossa cultura tenta nos impor isso, mas o assunto é muito mais simples e sublime. Trata-se de desejar, querer e permitir! Se atingimos essa compreensão, o sexo flui, autêntico e espontâneo.”
Independente da decisão, o casal deve estar atento aos pactos de confiança. Com isso, basta se entregar e se divertir!
fonte: http://dykerama.uol.com.br/src/?mI=1&cID=37&iID=2394&nome=M%E9nage_%E0_trois:_devo_topar?
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sábado, 11 de abril de 2009
Homens que são mulheres

Da coluna quinzenal da Folha de S. Paulo, do médico Drauzio Varella, publicada hoje:
"DE TODAS as discriminações sociais, a mais pérfida é a dirigida contra os travestis.
Se fosse possível juntar os preconceitos manifestados contra negros, índios, pobres, homossexuais, garotas de programa, mendigos, gordos, anões, judeus, muçulmanos, orientais e outras minorias que a imaginação mais tacanha fosse capaz de repudiar, a somatória não resvalaria os pés do desprezo virulento que a sociedade manifesta pelos travestis.
Quem são esses jovens travestidos de mulheres fatais, que expõem o corpo com ousadia nas esquinas da noite e na beira das estradas?
Apesar da diversidade que os distingue, todos têm em comum a origem: são filhos das camadas mais pobres da população.
A homossexualidade é tão velha quanto a humanidade, sempre existiu uma minoria de homens e mulheres homossexuais em qualquer classe social; caracteristicamente, no entanto, travestis só aparecem nas famílias humildes.
Na infância, foram meninos com jeito afeminado que, se tivessem nascido entre gente culta e com posses, poderiam ser profissionais liberais, artistas plásticos, empresários, costureiros, atores de sucesso. Mas, como tiveram o infortúnio de vir ao mundo no meio da pobreza e da ignorância, experimentaram toda a sorte de abusos: foram xingados nas ruas, ridicularizados na escola, violentados pelos mais velhos, ouviram cochichos e zombarias por onde passaram, apanharam de pais e irmãos envergonhados.
Em ambiente tão hostil poucos conseguem concluir os estudos elementares. Na adolescência, com a autoestima rebaixada, despreparados intelectualmente, saem atrás de trabalho. Quem dá emprego para homossexual pobre?
Se para os mais ricos com diploma universitário não é fácil, imagine para eles. O máximo que conseguem é lugar de cozinheiro em botequim, varredor de salão de beleza na periferia ou atividade semelhante sem carteira assinada.
Vivendo nessa condição, o menino aprende com os parceiros de sina que bastará hormônio feminino, maquiagem para esconder a barba, uma saia mínima com bustiê, sapato alto e um bom ponto na avenida para ganhar numa noite mais do que o salário do mês.
Uma vez na rua, todo travesti é considerado marginal perigoso, sem nenhuma chance de provar o contrário. Pode ser preso a qualquer momento, agredido ou assassinado por algum psicopata, que nenhum transeunte moverá um dedo em sua defesa. "Alguma ele deve ter feito para merecer", pensam todos.
Levado para a delegacia irá parar numa cadeia masculina. Como conseguem sobreviver de sainha e bustiê em celas com 20 ou 30 homens, numa situação em que o mais empedernido machão corre perigo, é para mim um dos mistérios da vida no cárcere, talvez o maior deles.
A condição de saúde dos travestis é precária. Não existe um serviço de saúde com endocrinologistas para orientá-los a respeito dos hormônios femininos que tomam por conta própria.
Muitos injetam silicone na face, nas nádegas, nas coxas, mas sem dinheiro para adquirir o de uso médico, fazem-no com silicone industrial comprado em casa de materiais de construção, injetado por pessoas despreparadas, sem qualquer cuidado de higiene. Com o tempo, esse silicone impróprio escorre entre as fibras musculares dando origem a inflamações dolorosas, desfigurantes, difíceis de debelar.
Ainda os portadores do vírus da Aids encontram algum apoio e assistência médica nos centros especializados, locais em que os funcionários estão mais preparados para aceitar a diversidade sexual. Nos hospitais gerais, entretanto, poucos conseguem passar da portaria, barrados pelo preconceito generalizado, praga que não poupa médicos, enfermeiras e pessoal administrativo.
Os hospitais públicos deveriam ser obrigados a criar pelo menos um posto de atendimento especializado nos problemas médicos mais comuns entre os travestis. Um local em que pudessem ser acolhidos com respeito, para receber orientações sobre uso e complicações de hormônios femininos e silicone industrial, prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis e práticas de sexo seguro.
A saúde pública não pode continuar dando as costas para essa minoria de homens, só porque eles decidiram adotar a identidade feminina, direito de qualquer um. Quem somos nós para condená-los?
Que autoritarismo preconceituoso é esse que lhes nega acesso à assistência médica, direito mínimo garantido pela Constituição até para o criminoso mais sanguinário?"
___X___
Comentário meu: Tirando algumas ressalvas como 'o' travesti... é 'a' travesti.
O artigo é sobre especificamente travestis de rua que se prostituem.
E que travesti não é necessariamente homossexual...O artigo é show é aponta pra um grave problema que é, além da discriminação sofrida pelas travestis, a péssima situação de trabalho, sim prostituição é trabalho, e de saúde em que se encontram.
Acho interessante como as pessoas deixam de ser "humanas" quando se trata de julgar ao próximo e não lhe estendem a mão quando precisam, mesmo que essa seja sua profissão, a de salvar vidas.
Postado por Petite Noire 1 comentários
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
UEFA Champions League Feminina
Substituta da atual Taça UEFA Feminina, que decorre desde a época 2001/02, a UEFA Champions League Feminina vai acolher as melhores equipas femininas do continente, contemplando mais participantes e uma final de alto nível.
Os oito melhores países no ranking para a temporada 2009/10, com base nos resultados obtidos na Taça UEFA Feminina entre 2003/04 e 2007/08, são a Alemanha, Suécia, Inglaterra, França, Dinamarca, Rússia, Noruega e Itália. As outras nações concorrentes fornecem apenas o respectivo campeão nacional, enquanto o detentor do título também tem direito a uma vaga caso não se qualifique através da competição interna, independentemente de a federação a que pertence apurar um ou dois clubes.
Calendário
A competição principia com a fase de qualificação, de 30 de Julho até 4 de Agosto de 2009, e consiste em quatro mini-torneios, envolvendo os segundos classificados dos oito melhores países e os campeões das federações menos cotadas. As equipas apuradas vão juntar-se aos campeões das oito federações com melhor ranking nos 16 avos-de-final, sendo as eliminatórias a duas mãos o formato competitivo a adoptar daí para a frente, com excepção da final, que, em princípio, terá lugar em Madrid, na quinta-feira, dia 20 de Maio de 2010, e em Londres, em 2011. O número exacto de equipas que garantem um lugar nos 16 avos-de-final, bem como a quantidade de mini-torneios, irá depender do número de participantes, algo que será confirmado em Junho, sendo que as vagas abrirão em Abril.
Meias-finais
Entretanto, a edição 2008/09 da Taça UEFA Feminina está nas meias-finais. No sábado, o Olympique Lyonnais, líder do campeonato francês, defronta o homólogo alemão do FCR 2001 Duisburg, em jogo da primeira mão. Um dia depois, o Zvezda-2005, da Rússia, defronta o Umeå IK, da Suécia, com os dois clubes já confirmados nos 16 avos-de-final da edição inaugural da UEFA Champions League Feminina, em virtude de terem conquistado os respectivos campeonatos no ano passado. Os jogos da segunda mão estão marcados para 5 de Abril, ao passo que a final a será disputada no regime de um jogo em casa e outro fora, nos dias 16 e 23 de Maio.
notícia retirada da uefa.com
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Foi apenas um sonho - Revolutionary Road

Revolutionary Road escancara o real!
Eu consegui sentir a sensação claustrofóbica de se estar vivendo em uma prisão, em que é a sociedade e seus valores hipócritas que dita quem é você e o que você tem permissão para fazer. Nela, ninguém é feliz, mas todos fizeram o acordo de fingir uns para os outros (e o mais perigoso, para si mesmos), que são felizes, são realizados e que o objetivo de vida de todos deveria ser aquele ali mesmo. Ou seja, nas palavras do "louco": "Se você quer brincar de casinha, tem que ter um emprego. Se quer brincar de casinha grande e bonita, tem que ter um emprego que você odeia". E aí, ousar sonhar com algo diferente, algo que o faça sentir vivo, sentir que a vida é mais que aquela monotonia de dias iguais significa ser julgado de louco pelos que o cercam. No fundo, todos queriam escapar daquele lugar também, mas ficaram torcendo para que não desse certo para eles. Pois, caso contrário, significaria que quem está ali, está por covardia. Há sim uma saída.
Me identifiquei demais com o filme porque vivi uma situação parecida. A sensação de se dizer “estou me mudando para Paris” e ver a reação das pessoas de uma posição, de certa forma, arrogante e superior. Vocês estão presos ao sistema, mas nós não... nós queremos mais da vida, queremos experiências verdadeiras, nós não ligamos para as convenções sociais... E depois ter que encarar a realidade por trás desse sonho, encarar o dia após dia. Notar que tomar a decisão requer muita coragem sim, mas é uma decisão que se renova a cada dia. No fim das contas, vale mais o que você fez entre a hora que você se levantou da cama e a hora que você foi dormir e como isso está te encaminhando para o que você planejou. O que vale são as horas (o que lembra aquele outro filme maravilhoso também).
E aí depois do filme, fica a pergunta martelando "O que você está fazendo com as suas horas?" Eu acho que estou desperdiçando. É o motivo do filme ter me tocado. Será que não estou sendo levada pela correnteza que a sociedade cria e nos joga a todos para seguir os mesmos caminhos? "Será que não sou especial?" (como a personagem da Kate se questiona no final). Será que o fato de eu perceber, eu ter consciência disso, só fará de mim uma frustrada ainda maior? É isso que nos levam a acreditar. É muito fácil cair nessa armadilha de pensar "Não me resta alternativa, senão me adaptar. Quem não se adapta se torna louco".
Um filme que causa esse tipo de reflexão é brilhante. Ponto para Sam Mendes mais uma vez que nos presenteou com um filme ainda mais ousado que "Beleza Americana". E ponto para os jovens atores também. Sempre gostei da atuação do Leonardo DiCaprio, mas acho a Kate Winslet ainda mais talentosa, está merecendo um Oscar há anos. Mas, o Oscar é também um representante da sociedade (e seus valores hipócritas...).
Postado por Paty 3 comentários
Marcadores: Filmes que fazem refletir
Apresentação
Alguns filmes nos fazem refletir sobre nossas próprias vidas. Às vezes basta uma simples frase em um diálogo para nos transportarmos para aquela situação, aquela vida, aquela escolha. E quando recebemos a passagem de volta, percebemos que algo mudou após daquela viagem de duas horas. Em alguns casos essa reação foi intencional. Os realizadores do filme pensaram e repensaram cada imagem, cada diálogo, cada detalhe. Tudo para que o espectador pudesse se aproximar daquele universo e se identificar com a personagem. Em outros casos não. Um filme que só se preocupava em atrair o público para distraí-lo acaba tendo uma reação inesperada.
Tomei a liberdade de abrir esse tópico para que a equipe de criação deste blog possa postar reflexões sobre filmes. Qualquer filme... sem preconceitos. Não precisa ser um filme politicamente engajado, defensor de uma causa, não-comercial, ganhador de prêmios, Cult... Basta apenas que o filme tenha despertado em você algum tipo de reflexão que vale a pena compartilhar conosco.
Estou aqui por convite da San, que, após ler a reflexão que escrevi sobre o filme "Foi apenas um sonho" (Revolutionary Road), achou que seria interessante que eu a publicasse aqui. Após algumas semanas pensando em como escrever essa introdução e nas mudanças que deveria fazer no comentário antes de publicá-lo, aqui estou às 4 da manhã, após noite de Oscar, escrevendo esse primeiro post e decidida a postar a reflexão de Revolutionary Road sem alterações. Vou me reservar o direito de poder falar sobre o mesmo filme mais de uma vez, pois tenho muito mais a falar sobre ele futuramente...
Gostaria que esse espaço pudesse ser assim mesmo. Bem livre. Já escrevi uma coluna de cinema para um site há alguns anos e o fato de ser de periodicidade semanal me deixava louca. Gostaria de voltar a escrever aqui apenas quando me sentisse inspirada. Já tive várias tentativas de blog antes e raramente continuava por muito tempo. Por isso gostei do convite. Aqui sei que a equipe grande fará com que ele continue sempre caminhando independente da pessoa enrolada que lhes escreve agora.
Para finalizar, devo de dizer que serão reflexões sobre filmes e não indicações. Portanto, haverão "spoilers". O ideal é ver o filme antes de ler a reflexão. Até mesmo para poder comentar...
Abraço a todas e todos
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Marcadores: Filmes que fazem refletir
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
E se eles querem meu sangue, terão o meu sangue?
A noticia é velha, o tema não é novidade, os conceitos não mudam e o preconceito continua se afirmando em situações como essa:
Em nota técnica na enviada na última sexta-feira, (19/09) o Ministério da Saúde confirmou que gays e homens que fazem sexo com outros homens (HSH) não podem ser doares de sangue. Segundo os representantes do Ministério, os grupos "mantêm conduta de risco de infecção de doenças como Hepatite B, C e AIDS".
A nota intitulada "Situação de risco acrescido para doação de sangue" é baseada em algumas pesquisas recentes e outras nem tanto, relacionadas à Aids. De acordo com os dados, no Brasil a Epidemia de Aids é menor que 1% na população em geral, e maior que 5% em gays e HSH.
Além disso, estudos nos EUA e na Inglaterra também apontam diferenças significantes no número de casos de Aids entre gays e entre heterossexuais. O mesmo é dito sobre a hepatite C, em uma pesquisa de 1991, "HSH pode ser considerado de risco acrescido para infecção pelo vírus da hepatite C (VHC), apesar da via sexual não ser uma via efetiva de transmissão do vírus".
Ministério da Saúde chega a conclusão de que estão inaptos para doação de sangue: homens e ou mulheres que tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de drogas, e os parceiros sexuais destas pessoas; pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos, sem uso do preservativo; pessoas que foram vitimas de estupro; homens que tiveram relações sexuais com outros homens e ou as parceiras sexuais destes; homens ou mulheres que tenham tido relação sexual com pessoa com exame reagente para anti-HIV, portador de hepatite B; pessoas que estiveram detidas por mais de 24h; pessoas que tenham colocado piercing ou feito tatuagem em lugares que não apresentavam condições de segurança; pessoas que tenham apresentado exposição a sangue ou outro material de risco biológico; pessoas que sejam parceiros sexuais de hemodialisados e de pacientes com historia de transfusão sanguínea; pessoas que tiveram acidente com material biológico.
Antes de encerrar o comunicado, a entidade pede desculpas pela restrição de doadores. "O objetivo não é a exclusão do grupo de gays e HSH desta generosa prática; nem tampouco apoiar atitudes de constrangimentos e de discriminação desta natureza nos serviços de hemoterapia".
http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=5765&titulo=Minist%E9rio+da+Sa%FAde+confirma+que+gays+n%E3o+podem+doar+sangue
Eu resolvi postar isso, pq simplesmente fico indignada.Sou moderadora de uma das maiores comunidade do orkut contra a homofobia, dentre os membros mais ativos, que assumidamente são gays, a maior parte é DOADOR UNIVERSAL. É isso mesmo, sangue raro que faz bastante falta nos bancos de sangue.A época do ano é propicia,cheia de campanhas incentivando a população ir ao banco de sangue e doar.E homossexuais não podem doar sangue, por que sao....homossexuais!Deixo aqui registrada a minha indignação e um relato pessoal.
Eu ja fui umas 7 vezes no banco de sangue na minha vida. Voce passar por alguns procedimentos, dentre eles responde um formulário e uma das questoes é Qual sua orientação sexual? Qualquer orientação que nao seja heterossexual te qualifica como um não doador. Por que você pertence ao GRUPO DE RISCO.
Grupo de risco-Em linguagem médica, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados factores ou com determinadas características, que a tornam mais propensa a ter ou adquirir determinada doença.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_de_risco
Ou seja, gays são propensos a adquirir alguma doença. Sejamos claros, Doenças sexualmente transmissíveis.
Inicialmente eu mentia, doei 2 vezes, feliz e contente por fazer minha parte como cidadã. mas parei pra pensar um pouco. Essas criaturas do ministério me consideram "impropria" por que nao sou heterossexual, e pra poder exercer um direito eu tenho que mentir? Das outras vezes, em TODAS, sem exceção não pude doar. na ultima fiz um teste, fui com uma amiga a um posto móvel que foi montado na faculdade onde eu estudava . Fomos de maos dadas, preenchemos os formulários juntas, quando fui responder a maldita pergunta, me dirigi a enfermeira e perguntei: " Se eu marcar aqui heterossexual, eu posso doar?" ela "sim", e eu " e Se eu não mentir, eu nao posso né?" dai ela " eu não preciso saber, eu nao vi nada' e eu " é fazer o que, eu nao vou mentir". enquanto isso minha amiga, marcou heterosseual e doou.
Eu não tenho vergonha de ser bissexual, decidi deixar de esconder isso a muuuuiiito tempo. Sinceramente , não vou mentir pra poder ser solidária. desejo ser tratada como cidadã, cumpro com meus deveres, pago impostos, tomos todos os cuidados pra evitar qualquer tipo de DST, tenho uma relação estável a quase 5 anos ou seja eu não apresento nenhum comportamento de risco:
Os Comportamentos de Risco para a SIDA são procedimentos perigosos para a saúde, que facilitam a penetração dos VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) no organismo. Estes procedimentos são da responsabilidade do indivíduo que decide escolher um comportamento entre os vários possíveis, relacionados com os seus conhecimentos e crenças que, por sua vez, dependem da sua educação e cultura.
http://clubedasaude.no.sapo.pt/riscos.htm
Nos dias de hoje, EU do GRUPO DE RISCO, tenho um COMPORTAMENTO mais seguro do que muito Heterossexual por ai.li dia deses na internet que "Casos de Aids triplicam entre brasileiras com mais de 50 anos".
Casadas ou nao... " 70% das mulheres acima de 50 anos não usam preservativo, camisinha, mesmo em relações eventuais."
É, e sou eu que sou do grupo de risco...
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1000575-5603,00.html
Doar sangue é um decisão pessoal, sem dúvidas. Mas enquanto os bancos de sangue estão cada vez mais vazios e vários homossexuais se dispõe a doar sangue mas não conseguem( se forem honestos), eu acredito que o ministério da saúde tem que no mínimo, rever sua posição.
Eu não minto, me sinto ultrajada de no alto dos meu muito bem resolvidos 24 anos ter que esconder minha sexualidade.Minto por coisas mais banais? De fato, mas antes de tudo é do meu interesse parar de mentir pra revindicar um direito que me é negado. Não é me escondendo e esperando que um ser iluminado faça algo, que isso vai mudar.
Por enquanto meu sangue(b+) ta bem em minhas veias.E aqueles que forem gays ou heterossexuais simpatizantes podem contar com ele. Só abro exceção nesses casos. QUE FIQUE CLARO É UM DECISÃO MINHA. Não condeno quem é gay e quer continuar doando do mesmo jeito, alias compreendo a necessidade.
De resto, não terão o meu sangue.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Milk- A Voz da Igualdade

Não somos um Blog de Filmes, mas este eu não pude me furtar a Publicar!
Mais que um Filme Homossexual, mais que a história de um lutador...
Não é só um relato, é um rugido, que vem de dentro de cada um de nos.
Ainda temos muito o que lutar!!!
E Temos o porque Lutar!!!
San 
Baixem e assistam!!!
http://www.megaupload.com/pt/?d=V0ILUD71
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Um Documentário que pode mudar a visão de muitos!!!
Este documentario é muito bom
documentário interessante sobre a homossexualidade na bíblia.
Em Um Link só agora!!!!
http://www.megaupload.com/pt/?d=1G6OYJUB
.

Vale muito a pena Ver!!!
Muitos de nós nos escondemos a sombras para não ver nossos entes queridos se distanciarem ou nos repudiarem por nossa condição sexxual.
Este documentário acredito será de muita ajuda pra quem ainda esta nesta condição.

É um documentário onde aparecem diversos pais e filhos Inclusive o Vice Presidente dos USA e sua Filha.
Muitos Bispos , Padres e religiosos dão depoimentos.
Não se espantem com o começo, pois eles mostram os radicais em pregações para poder dar os parâmetros.
Pais que depois de hostilizarem seus filhos por conta de seus princípios religiosos, passam a fazer campanhas contra igrejas que pregam a homofibia!!!!!!!!!!
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Bem ou mal, falem de mim!
É claro que essas coisas não são verdadeiras, mas nesses anos de militância pela causa gay, percebi que essa visão deturpada que minha mãe tem, é a visão da maior parte da sociedade. Quando me pego pensando acerca dos motivos para isso, meu espírito empírico de cientista me faz questionar para obter respostas. E a primeira pergunta é: Quem são os gays, para essa sociedade?
Deixo, para depois retomar, as observações provenientes dessa parte heterossexual ignorante da sociedade, a fim de agora relatar observações em conversas dentro do meu grupo de amizades.
Os meus amigos, como eu, são pessoas discretas. Todos muito bem instruídos, formados, bem sucedidos em suas carreiras, ou a caminho de. São pessoas com boas bases familiares, o que não significa, obviamente, que tenham o apoio de seus pais. Procuram não se expor; alguns não são assumidos. À parte sua indiscutível inteligência, ouço, ás vezes, com grande tristeza, tecerem o seguinte comentário: "Eu não gosto dos gays tipo 'bicha afetada', que dão escândalo e sujam a imagem dos gays para a sociedade hetero lá fora".
Eis a resposta para aquela pergunta. É esse o gay que a sociedade conhece. O que se expõe, que dá a cara a tapa, que fala, que gesticula, que dá risada, que exerce sua orientação sexual em público.
Eu, particularmente, não gosto de extravagâncias, excessos. Prefiro a discrição. Mas isso, não é em relação à minha orientação sexual: estende-se a todos os setores da minha vida. Não me relaciono em nenhum, sentido com pessoas escandalosas, não por preconceito, mas porque não temos muito em comum.
Entretanto, venho por meio desse post, pedir e, argumentar em favor disso, que se respeite a diversidade comportamental dentro da homossexualidade. Constata-se, com grande pesar, que a homofobia não está restrita aos heterossexuais. Ouço homossexuais destilando seu preconceito contra transexuais, contra transgêneros, contra os gays afeminados, contra as lésbicas masculinizadas, e isso é uma pena.
Porque esses, meus caros, são os gays que a sociedade conhece. Eles estão promovendo a visibilidade gay no mundo. Eles estão polemizando, fazendo divergir opinião, incomodando, alertando, encantando.
E se minha mãe acha que todo gay é vulgar, extravagante, descomedido, não é porque aqueles gays extravagantes e excessivamente espontâneos estão sujando a imagem dos homossexuais. Eles estão apenas excercendo o direito pleno de serem eles mesmos. É porque pessoas como eu e meus amigos, que somos discretos, não nos expomos. Não nos impomos.
Eu ergo uma bandeira a favor do direito e do dever. Você tem o direito de não se expor, se você acha que a sociedade ainda é preconceituosa demais para que você possa se assumir publicamente sem se prejudicar. Mas então, você terá o dever de respeitar todas aquelas pessoas que se expõe, e você terá o dever de compreender e aceitar que, se você não promove a visibilidade gay no mundo, terá que aceitar aquela imagem feita pelos que a promovem.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Orlando
Orlando - por virginia Wool
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Dica de Leitura: Orlando
Orlando - por Virginia Woolf
Sinopse:
O mais popular livro de Virgínia Woolf, "Orlando" é uma biografia fantástica de um nobre inglês nascido no século XVI que se transforma em mulher e atravessa o tempo até chegar aos anos 20 do século XX. Orlando está constantemente em busca do amor e da arte. Através das aventuras e desventuras do personagem, Virgínia Woolf apresenta um panorama das transformações sofridas pela Inglaterra e traça divertidas comparações entre homens e mulheres, que acima de tudo servem para desenhar Orlando como um ser humano, independente do sexo.
Bom, to apaixonada. Comecei a ler e está uma delícia.É o segundo livro que leio de Virginia(o outro foi Mrs Dalloway) e esse é simplesmente lindo.Logo foi buscar mais informações dos bastidores da trama.
Pra começar existe um filme sobre o livro, alias a belíssima e singular atris Tilda Swinton(logo abaixo) interpreta Orlando, a personagem título do livro e filme.Não vi o filme* mas achei um link pra baixar e dei uma olhada no trailer disponível no youtube.**
Depois eu quis entender um pouco mais sobre a obra em si.Como é sabido, Virginia nutriu um amor por uma guria, uma coisa meio doentia.Há quem diga que Orlando é uma homenagem a esse amor,por isso a autora construiu o personagem imortal, belo e perfeito. realmente não há quem não se apaixone por Orlando.
Há quem diga que Orlando é apenas uma crítica aos costumes sociais que definem o ser homem e o ser mulher e por isso é um romance bastante feminista pra época.O tempo inteiro, no atravessar dos anos, a autora critica posturas machistas e também as ironiza.
Outro aspecto fascinante no livro ( possivelmente no filme) é a viagem pelos eventos históricos europeus.
Eu, acho que fundamentalmente,e Orlando faz parte da visão da autora acerca do mundo e até mesmo sobre o romance que possivelmente nutriu pela tal guria. Por isso as críticas sobre as regras sociais que definem o "ser' homem e o "ser ' mulher.Há momentos em que Orlando é um ser tão ideal que fica impossivel saber se ele é ou não humano,por que é tão perfeito que nao pode ser humano.Talvez orlando seja apenas um desejo da autora, de que o ser , homem ou mulher, fosse Orlando, e é isso que o torna humano.
O que dizer, Orlando não é ele, nem ela. Orlando é humano (ou um desejo materializado para Toda a sociedade). E por isso, sendo uma "homenagem ao amor" ou "uma crítica social", é fácil se apaixonar por Orlando, independente do sexo que o/a abriga.
** http://br.youtube.com/watch?v=jFMmMh288pE
* http://7ma-arte.blogspot.com/2008/12/orlando-mulher-imortal.html
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Perfeito comentário sobre a declaração do Papa!!!
Perfeita a celebração do espírito natalino pelo Bento XVI: quer coisa mais fraterna que comparar nós, gays e filhos de Deus, com as florestas tropicais? Tudo bem que eu tenho este DNA de Carmem Miranda, onde sempre cabe mais uma palmeira ou um abacaxi; mas daí a dizer que salvar as matas virgens seria, para ele, tão importante quanto salvar a humanidade da prática homossexual, me parece uma supervalorização de questão tão.... tão.... gozada! Um doce, esta criatura santificada, né não? Mas alguém precisa explicar pro supremo sacerdote que a importância da selva é justamente a bio-diversidade. Muita coisa viva diferente, vivendo em paz, cada qual com seu cada um. Precisamos aprender com as folhagens, que nos ensinam que tem lugar para tudo e todos, dos vermes aos deuses, e já que a maioria vai continuar se reproduzindo, mesmo, da forma papai e mamãe, a perpetuação das espécies estará garantida. Além disso, temos que garantir a felicidade que vem da verdade interior de cada ser vivente. Lá tem macaco, boto, borboleta, árvores diversas, insetos inimagináveis. Tem até boto-cor-de-rosa, como este que vos escreve. O que não significa dizer que não existam mariposas que transam com outras mariposas do mesmo sexo, ou mesmo uma árvore que sinta desejo de não transar com árvore, mas sim com as águas do igarapé. Todos têm direito sobre seus desejos e sexualidades. Precisamos parar de temer o diferente, porque o mundo não é gay, e os heteros não precisam se preocupar com a premissa: "todo mundo vai virar gay!". Não, não vai acontecer porque não vai, e pronto. Desde que o mundo é mundo que é assim. Nos deixem em paz, porque nós temos deixado vocês viverem em paz há milênios. Parem de nos demonizar, parem de nos perseguir. Há coisas mais importantes a fazer, para o bem da humanidade, seja lá que sexo ela pratique. Que insistência, que fixação em pênis, ânus e vagina, meu Deus. Porque nós gays seríamos a destruição da humanidade, se respeitamos pai e mãe, se somos cumpridores de nossos deveres? Será porque exigimos nossos direitos? Será que os católicos acham que só existem ônus, e nenhum prazer? Talvez seja isto que explique a hipocrisia destes fervorosos que são flagrados diariamente fazendo o que todos fazem: correr atrás de suas realizações mais íntimas.
Quanto a "ouvir a linguagem da criação", ouço-a diariamente. Respeito-a, mas não a pratico, no sentido estrito de transar com mulheres. Rezo do meu jeito por todas as famílias, sempre que encontro uma grávida, carinhosamente saúdo-a com "paz para seu bebê", não cobiço (só um ou outro, mas me controlo, porque ninguém é de ferro; mas vai dizer que isto os católicos também não o fazem?) e admiro homens casados que amam suas mulheres, estarei sempre pronto a ajudar um idoso, não humilho subalternos no serviço, contribuo com creches e asilos sempre que posso, dou bom dia aos porteiros e vizinhos, mas em nenhum momento nego o que há de mais profundo em minha alma, minha atração por homens. Ciente de que não fui criado pelo sexo praticado entre iguais, que não sou produto carnal do amor homossexual, nem por isso me acho merecedor da frase de que "para salvar a humanidade é preciso exterminar o comportamento homossexual". E confesso que preferiria a morte, a sobreviver tendo que me casar com uma mulher e ter filhos com ela. Não, obrigado. Não nasci para o fingimento, e se a outra opção católica é a abstinência, sinto muito mas a-do-ro sexo com nascidos iguais a mim. A linguagem da criação vai continuar, ela é linda, mas não é a minha praia e pronto.
A expressão ecologia-humana é interessante, porque ecologia seriam as relações entre o meio ambiente e a vida, tão diversa e maravilhosa. Leopardos negros, pintados, pintosas, jaguatiricas, onças, tudo felino, mas tudo tão belamente variante. Narizes de batata, cabelos pichain, fios lisíssimos das orientais, árabes-mamelucos, nada disso me leva ao fundamentalismo do dizer papal: "quem não dançar conforme a nossa música, está fora". Se fosse fora do baile dele, eu até aceitaria, mas ele prega que eu estou fora da ecologia humana, e que eu tenho que desaparecer para salvá-la. Ui! Muito forte. Me excomungar e me proibir de entrar em seus templos, acho até que ele tem este direito, porque no fundo de minha alma não aceito seus dogmas, mas eu, ao contrário dele, não acho que seria uma salvação para a humanidade protegê-la contra o pensamento dele. As pessoas podem acreditar no que quiserem, mas não podem ser excludentes. Quem não pensar igual a mim não precisa desaparecer. Porque aí elas jogam aviões contra edifícios, em nome de Deus. Este tipo de mensagem religiosa é barra pesada, porque põe dois lados em pé de guerra. U-ó!
Não é metafísica superada, mas é incompleta, a igreja só contemplar como aceitável falar da natureza humana como homem e mulher dotados de sexualidade única. Gays são homens e mulheres dotados de outra libido, que não aceitam fingir para agradar ou se encaixar em tal metafísica. Existimos para exemplificar que esta metafísica propõe a mentira e a dor de se ser o que não se é. Proponho a metafísica da liberdade, onda cada um conta o que gosta, e a partir daí criaremos o sistema filosófico que não vai associar gosto sexual à qualidade do espírito. Nem todo hetero presta, nem toda a bicha é desumana. O que se faz na cama não define caráter nem humanismo.
"Desvio, irregularidade, ferida....". Ferir é a palavra de ordem das declarações do Vaticano. Ferir no âmago, dilacerar corações. Inquisição do terceiro milênio, cruzada anti-gay, absolutismo não esclarecido. Já foram mulheres-bruxas queimadas, já foram índios do novo mundo catequizados e dizimados, já foram negros africanos sem alma escravizados em nome de Deus. O alvo agora somos nós, gays, que desaparecidos, salvaríamos o mundo (que tenta tolamente só salvar oceanos, baleias e florestas), e segundo a máxima cristã de agora, têm que focar nesta nova salvação. Era tudo o que se precisava no final de um ano de intolerância e dor, que começou com um "porque não te calas?" do rei rico para o terceiro-mundista com cara de bugre, e terminou com uma sapatada ao cachorro-louco. Muitos outros exemplos de intolerância religiosa virão. Mas não podemos confundir as divinas e generosas ações do Criador com a manipulação humana de suas grandezas que as igrejas são. Há luz, há energia, há amor pairando no ar. Que 2009 seja repleto de democracia, verdade, liberdade e respeito à diversidade. Que arara não precise agir como periquito para poder pertencer ao grande espetáculo da criação. Somos criaturas de um criador maravilhoso, independente de religiões, e teremos sempre que honrar seu magnânimo exemplo de entendimento e riqueza de formas de vida. Ele criou a multiplicidade. De famílias, inclusive. Cristo, Alá, Tupã, Olorum, Buda, Nzambi, todos os Criadores de mãos dadas, brincando de ciranda em volta do planeta terra, na noite de ano-novo, para garantir o mais precioso bem guardado pelos corações venturosos: o bem, sem olhar a quem....
Creditos:Milton Cunha
http://odia.terra.com.br/blog/miltoncunha/
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Meu filho me pediu uma boneca
Um texto tão bom como esse, dispensa comentários:
Há uns dois meses meu filho de sete anos me pediu uma boneca. Dividida entre a intelectualidade dos estudos acadêmicos e os valores que a nossa “reaça” sociedade demonstra nas questões de gênero, dei a boneca," bancando" um barulho enorme por parte da família, colegas de trabalho, ex-marido e afins. Sem contar com a censura silenciosa de alguns, revelada por olhares ou gestos. É claro que recebi apoio e solidariedade. Mas o oposto foi muito mais pesado. Confesso que compreendo. Por parte de alguns mais, por parte de outros, menos. Mas respeito.
O meu desconforto foi muito mais em relação a mim mesma do que às posturas percebidas, públicas ou anônimas, verdadeiras ou educadas. Foi duro encarar minha insegurança em assumir DE FATO uma posição em relação às minorias sociais. Foi esta imagem, refletida no espelho das relações familiares que meu filho e sua boneca me obrigaram a olhar. Tive que sustentar uma postura prática que há muito considerava como minha. Em teoria. Só descobri isto quando foi com um filho meu.
Aqui faço um parêntese: enquanto eu me torcia e retorcia constrangida, fazendo como o anão de jardim "cara de paisagem”, meu filho não estava nem aí para os olhares e comentários sobre meninos e bonecas e exibia orgulhoso a sua gorducha bailarina, penteando os seus cabelos, trocando as suas roupas, mudando o seu penteado, entre extasiado e maravilhado com as possibilidades daquele "ser" de 20 e poucos centímetros e puro látex, para onde ia: no meu trabalho, no Mestrado, pelas ruas, na casa do avô, do pai...lugares públicos ou privados para este menino não dizam nada! A cada um que afirmava que boneca não era coisa de "macho", ele perguntava candidamente: por quê? 
A boneca para o meu filho foi um Lego às avessas: montava, desmontava, descobria as calcinhas (olha mamãe a calcinha dela!) maquiava, lavava, alimentava... Confesso: quando ninguém estava olhando, brincava junto com ele e me divertia à beça, me sentindo criança de novo, relembrando o prazer de simplesmente brincar!
Enquanto isso, na vida real as opiniões se dividiam entre as seguintes opções:
OPÇÃO A: Não é nada demais, é só uma fase, (os conservadores, mal disfarçando o seu mal-estar psicologizando a "coisa")
OPÇÃO B: Ele está descobrindo a sexualidade, (os moderados)
OPÇÃO C: Ele esta aprendendo a cuidar dos filhos. Por que, homem não pode cuidar dos filhos, não é? (os progressistas-liberais de extrema esquerda intelectuais, dentre eles, minha querida "profdoc" Cristina Novikoff, um bálsamo na minha vida)
OPÇÃO D: Ele está querendo chamar a atenção em protesto por tudo que passou nestes últimos tempos (os contemporizadores sociologizando a mesma "coisa")
OPÇÃO E: Este menino vai é ser "viado" mesmo! (muitos, em off, é claro!)
OPÇÃO F: Nenhuma das anteriores (mas esta opção não é aceita na pedagogização da "coisa")
E eu ali, realizando uma pesquisa disfarçada sobre o assunto, coletando os dados, tratando-os e analisando os resultados!
Mentalmente, catalogava as opiniões. Torturava-me a possibilidade entre assumir uma atitude "firme" com meu filho para não ser julgada e execrada, ou seja, aceita pelos meus pares, ou ainda pior, sucumbir num mar de disfarces, meias-mentiras, mentiras inteiras, hipocrisias...
Optei pela lealdade aos meus princípios. É neles que está o amor incondicional ao
ser humano e o respeito às diferenças, que só se consolidam se você tiver um compromisso real com a verdade. A sua verdade. Possibilitando àquilo que é estranho, ser familiar. Esta postura é uma daquelas onde a gente bota a cara, sabe, e leva muita, mas muita porrada (não é Aninha?).
Meu filho é um ser humano. Pode ser diferente ou não no sentido convencional das opções sexuais. Mas isto não é importante. É apenas uma categoria de análise. Logo, não posso abrir mão dos meus princípios, pois eles constituem a minha identidade. Mantenho-me fiel a eles.
Bem seja o que for que representa a boneca para o meu filho, o fato é que ele está feliz da vida com o seu brinquedo novo e está me pedindo outra...
O fundamental, importante e imprescindível é o amor que sinto por este mini-humano e a admiração profunda que sinto ao vê-lo cuidar tão amorosamente do irmão menor, pela sensibilidade em perceber só de olhar meu rosto, o meu estado de ânimo, mesmo se tento disfarçar (e me alertar!), pela preocupação com a o coletivo, demonstrada nas pequenas atitudes cotidianas, como não jogar papel de bala no chão ou recolher as garrafas pets que meu pai insiste em atirar no seu quintal; em demonstrar bom caráter ao não contar mentiras muito punks (aquelas que sacaneiam alguém ferindo seus sentimentos), pela comoção sincera quando vê um desvalido, pela alegria com que admira a beleza de uma florzinha safada no jardim da minha mãe e colhê-la e colocar num copo me oferecendo; ao adorar incensos e gostar livros, não com a devoção que eu gostaria, mas ok, e ao profundo amor que devota à sua Bolinha.
Me emociono ao vê-lo dormir e me assusto com a rapidez com que está tendo que amadurecer, pois a vida não tem sido fácil para ele.
Sendo assim, é muito fácil ser mãe deste ser humano de sete anos que me chama de mamãe. E se ele for gay, lésbica, hetero, bi, drag, transformista ou desejar uma cirurgia de mudança de sexo, tudo bem. Mesmo. O importante é que seja qual for o caminho escolhido, que seja pautado pelos princípios humanitários. Aqueles que fazem a gente ser decente e não nos torna indiferentes às misérias do mundo. E de quebra, que ame o seu próximo, respeitando a dignidade alheia. E que sonhe sempre com um mundo melhor, como antídoto para afastar o cinismo que ronda o cotidiano da perversidade.
Antônio, eu te amo meu filho.
Por tudo. Mas principalmente por me fazer olhar, de forma corajosa para dentro de mim mesma.
Com amor,
Mamãe.
Fonte:http://denisezinha.blogspot.com/2009/01/meu-filho-me-pediu-uma-boneca_03.html
Foto: Campanha " Orientação sexual não é uma escolha" da fundação canadense Emergence.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
É natal, tempos de paz?
Primeiro eu vou postar a notícia. Porque fiquei Chocada, boquiaberta e juro que eu esperava algo diferente como mensagem de final de ano.
Papa compara proteção às florestas a combate ao homossexualismo
CIDADE DO VATICANO - O Papa Bento XVI comparou nesta segunda-feira a proteção às florestas ao combate ao homossexualismo em sua saudação de fim de ano à Cúria Romana, o órgão administrativo da Santa Sé. Joseph Ratzinger pediu que o mundo escute a linguagem da criação, afirmando que seu desprezo "seria a destruição do homem e, portanto, a destruição da obra de Deus". Segundo o pontífice, a posição da Santa Sé não é contra a discriminação dos gays, mas se opõe à equiparação de casais homossexuais com outros.
- O que muitas vezes é expresso e compreendido pelo termo gênero se resume, na verdade, em última instância, na autoemancipação do homem da criação e do criador. O Homem quer estar sozinho e fazer sozinho e exclusivamente o que lhe diga respeito, mas viver dessa forma é contra a verdade, é contra o espírito do Criador. As florestas tropicais merecem, sim, a nossa proteção, mas não menos digno é o homem como uma criatura, que está escrevendo uma mensagem que não significa contradição com nossa liberdade, mas sua condição - disse o Papa.
Ele afirmou que os comportamentos que vão além das relações heterossexuais são "a destruição do trabalho de Deus". Durante o discurso contra o homossexualismo, Bento XVI defendeu a criação de uma "ecologia humana", dizendo que a Igreja não pode se limitar a transferir a seus fiéis a mensagem da salvação, mas que também tem uma responsabilidade sobre a criação.
- (A Igreja) também deve proteger o homem da destruição de si mesmo. Um tipo de ecologia humana é necessária - afirmou. - Não é o homem que decide, é Deus que decide quem é homem quem é mulher.
A Igreja Católica prega que, embora a homossexualidade não seja um pecado, os atos sexuais são. O Vaticano também se opõe ao casamento gay. Em seu discurso, o Papa aproveitou para voltar a defender a conservação do casamento, recordando que o matrimônio é um sacramento instituído por Cristo.
Fonte:http://extra.globo.com/mundo/materias/2008/12/22/papa-compara-protecao-as-florestas-combate-ao-homossexualismo-587505337.asp
Desculpa, mas o que ele quis dizer é que a Igreja católica e responsável pela "salvação" dos homossexuais, ou seja gay só pode ser celibatário ou transar com sexo oposto. Ele condena o homossexualismo mas não a homossexualidade.*
O que ele propõe é uma verdadeira caçada aos gays. Compara burramente, gênero( feminino e masculino)com orientação sexual.
Novamente me desculpo, mas ninguém vai em convencer de que esse homem antes de tudo é um nazista. Primeiro pelas suas concepções teóricas com a tal "ecologia humana", pensamento partilhado por Hatzel principal teórico do "espaço vital", ou seja uma nção para crescer e expandir precisa de um espaço onde exerça o poder, o controle e explore. Quanto maior essa nação, maior esse espaço. Além disso, Para Ratzel, promover a história significa, em primeiro lugar, acelerar a luta pela vida, a seleção natural, entre as comunidades humanas (ou estados), no sentido darwiniano.
A idéia de ecologia do Papa, ou como eu prefiro chamar Papa "Dona Benta" XVI,é a mesma de Hatzel "preservação do mais forte" e eliminação dos "defeituosos' pro assim dizer. Ele considera que heterossexuais são os que devem ser preservado por que de acordo com a teoria cristã são o "lado' correto e perpetuador da espécie.Ou to enganada?
Segundo, pela bela história de vida do senhor Joseph Ratzinger, que serviu a SS alemã em tempos de guerra. Vamos aos pontos básicos. Naquela época ele havia decidido ser padre, nos sabemos que quem encarava o seminário, seja no Brasil seja em qualquer parte do mundo, tinha que ter grana pra bancar os estudos e o internato.Logo a família dele tinha grana.E ele conta em sua autobiografia* que foi forçado a servir ao partido nazista e sua familia fugiu 4 vezes da perseguição alemã. Me engana que eu gosto. Fofo, se vc é contra um regime ,sua familia é perseguida no seu país e vc se alista para trabalhar nesse regime que voce condena, o que voce faz se voce tem dinheiro, como era o caso dele? PEDE ASILO POLÌTICO EM OUTRO PAÌS!E lá busca lutar contra esse regime. igualzinho Muitos padres fizeram anos mais tarde durante as ditaduras latinas, por exemplo.
Sinceramente, me parece que essa é Nuam verdade que a igreja "toda poderosa' Católica com os seus mais de 16 trilhões de saldo em positivo em conta bancária, se esforça em esconder, forjando essas historinhas pra boi dormir.
Terceiro, nesse discurso eufemizado dele percebe-se claramente que ele promove uma caçada aos homossexuais. Igualzinha a "titia" Hitler.Embora existam indícios de que Hitler fosse na verdade um gay mal resolvido - vejam a semelhança bizarra do Dona Benta agora- que buscava eliminar os homossexuais da face da terra para que apenas heterossexuais existissem---> seleção natural de darwin, ou estou novamente enganada?
Ah mais o Papa não disse que é pra matar ninguém. É não disse. Mas disse que tem que "curar"..Curar o que? Ninguém aqui é doente. Ninguém aqui tem um câncer que precisa ser extirpado!!!! A idéia do papa é eliminar a 'porção' doente do homossexual e transforma-lo em um heterossexual.
Feitas minhas ressalvar com relação a pessoa de Joseph Ratzinger, vamos às asneiras que ele disse.
Ele compara comportamento sexual com gênero e orientação sexual . vamos às diferenças:
Dicionário on line
-gênero segundo o dicionário on line: conjunto de seres com os mesmos caracteres essenciais;
-reunião de espécies que tem um ou mais caracteres comuns;
Comportamento: procedimento;
forma de proceder;
- orientação: ato ou efeito de orientar ou de orientar-se;
Explicando: Como ele deixa claro, Uma pessoa poder se identificar( identidade) como gay mas pode exercer( comportar-se) ou não como gay.
Eu, mulher( gênero), bissexual( orientação sexual) no momento sou apenas lésbica( comportamento) por que me relaciono a 4 anos APENAS com uma mulher.mas não deixei de sentir atração por meninos.
Deu pra entender a diferença?
O que Dona Benta diz é que Eu, mulher, Bissexual, só posso em comportar como heterossexual, pq a igrejinha dele condena a homosexualidade.Isso porque ele entende o seguinte nas palavras dele " - Não é o homem que decide, é Deus que decide quem é homem quem é mulher.", ou seja ele entende que quem se comporta como homossexual, sexualmente falando, é homossexual e quem se comporta como heterossexual é heterossexual.
Fofa, ta enganada nega. Não pensa que é porque vc não deu seu fiofo que vc nao é mona.
Veja bem, eu já sabia que era bissexual antes de em relacionar com mulher. POR QUE SEMPRE SENTI ATRAÇÃO POR MULHERES. Ou seja, meu desejo/atração se direciona(orientação) para ambos os sexos. Não é o comportamento que determina a orientação sexual,embora também a qualifique. Vamos nos informar mais Dona benta?
Quem sabe assim você deixa de fazer como sua velha amiguinha Hitler, que procurava "destruir" nos outros o que odiava em si mesmo?
Deu pra entender, ou quer que eu desenhe?
Finalizando. Final do ano, inúmeras catástrofes aconteceram,fome, miséria, guerras e conflitos no leste Europeu,atentados na India...Na hora de passar uma mensagem de paz e de esperança, essa criatura me abre a boca pra tentar promover uma caçada aos homossexuais?Tenha dó!!!
Que fique bem claro que ele nesse ano fez pelo menos 3 ou 4 discursos condenado a homossexualidade e o homossexualismo.Ou seja, Dona Benta é uma pessoa muitíssimo preocupada com a homossexualidade [dele], até mais do que outros assunto com menor importância do tipo 'promoção da paz, redução da desigualdade e pobreza....
Impressionante o rumo que vejo o mundo tomar....
Gostaria também de informar que o Vaticano se pronunciou contra a "descriminalização" da homossexualidade, junto com países muçulmanos. e ainda não se declarou a respeito e Eu tenho ORGULHO de dizer que o Brasil juntamente com França e mais outros já se manifestaram a favor. Mas esse é outro assunto que estou pra comentar.
O que eu quero dizer com isso é que: Em alguns países ser gay é crime, condenavel inclusive a pena de morte. E o Vaticano é contra a possibilidade da homossexualidade deixar de ser crime no mundo. Ou seja, o vaticano é a favor da perseguição, humilhação e até da morte de homossexuais, apenas pelo fato de serem homossexuais.
Qual o próximo passo, volta da inquisição, Senhor Joseph Ratzinger?
Desculpe-me pelo post gigante, mas fiquei MUITO chocada.
Homossexualismo- prático sexual, conduta homossexuais, ato.
Homossexualidade- identidade homossexual, identificação.
Fonte: Antropogeografia de Hatzel
e http://noticias.terra.com.br/mundo/novopapa/interna/0,,OI517003-EI4832,00.html
Postado por Petite Noire 4 comentários
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